pagina inicial

Logotipos, design gráfico
marketing & webdesign

contate-nos
 

O conceito de Mídia

Mídia

Em comunicação, mídia são os canais ou ferramentas usadas para armazenamento e transmissão de informação ou dados. Mídia muitas vezes é usado como sinônimo de meios de comunicação de massa ou agências de notícias, mas pode se referir a um único meio utilizado para comunicar os dados para qualquer finalidade.

logomarca da qatar foundation
Logomarca Qatar Fountation

A mídia afeta o que as pessoas pensam sobre si mesmas e como elas percebem as outras pessoas. O que pensamos sobre nossa auto-imagem e que imaginamos que os outros deveriam ser, vem através da mídia.

Mídia estampando logotipos (ou logomarcas)

A mídia também é usada para estampar os desenhos das marcas das empresas e entidades (propaganda) de forma a agregar valores e tornar uma determinada marca conhecida. O logotipo da Qatar Foundation, uma entidade filantrópica do Oriente Médio era pouco conhecido na Europa. Mas usando a camisa do Barcelona como mídia, a Qatar Foundation ganhou projeção internacional.

Observe que discretamente também está na camisa o símbolo da Nike.

A Agência EVEF tem ampla experiência na criação de logotipos (logomarcas) e símbolos.
Clique aqui e solicite um orçamento de logotipo sem compromisso.

Mídia Eletrônica

A comunicação digital (por computador) mudou a forma como as pessoas se organizam. O fenômeno Youtube e Facebook no Brasil tem mostrado isso, pois a tecnologia das redes sociais permite a organização local através de computadores, celulares e outros dispositivos móveis. Várias campanhas publicitárias já estão focalizando nas redes sociais grande parte do investimento.

logotipo da nivia
Logomarca da Nivea

Exemplo da Nivea
A multinacional alemã Nivea investe em todo mundo 100 milhões de dólares por ano em publicidade eletrônica, e a tendência é que essa fatia aumente. No final das contas, é muito mais simples e econômico convencer o cliente a ir no supermercado ou farmácia adquirir o produto ou comprá-lo pela internet. Dessa forma, diminui drasticamente os custos com recursos humanos, visto que algumas empresas concorrentes da Nivea possuem grandes redes de revendedores no formato de marketing multinível (ou marketing direto) acarretando grandes custos com pessoal, imposto, treinamento e distribuição.

Diferença da mídia eletrônica para a mídia analógica

Exemplos de mídia analógica: telefonia fixa, o rádio, TV analógica, jornais, revistas.
A principal característica de uma mídia analógica é que a informação é transmitida e armazenada para muitas pessoas, mas num caminho só de ida. Quem enviou a informação precisa pesquisar o público (feedback) para saber a reação do público alvo e poder planejar suas próximas campanhas.

Mídia eletrônica: utiliza redes digitais de telecomunicações (celulares e conexões de internet) e a TV digital com acesso à internet. A principal característica da mídia eletrônica é a possibilidade de uma campanha publicitária ser encaminhada de forma personalizada para cada pessoa e a possibilidade dessa pessoa poder responder à campanha em tempo real.

Esse feedback (retornor) para a empresa vendedora exibe qual é a performance dessa campanha publicitária e permite fazer ajustes com muito mais velocidade que uma campanha analógica.
Outra característica importante da mídia eletrônica é o marketing viral, quando uma promoção se espalha numa rede social, pulando de contato em contato. Esse é um fenômeno novo e já está sendo explorado por muitas empresas, principalmente de entretenimento.
Exemplo disso são empresas de software que desenvolvem jogos que fornecem mais pontos para os usuários que levarem mais contatos para participar dos jogos.

megacity
Megacity é um exemplo de serviço que cresce utilizando-se da mídia eletrônica

Impacto social

A tecnologia da mídia tem tornado a comunicação cada vez mais fácil. Hoje as crianças são incentivadas a utilizar meios de comunicação na escola e devem ter uma compreensão geral das diversas tecnologias disponíveis. A internet é sem dúvida uma das ferramentas mais eficazes na mídia de comunicação. Ferramentas como o e-mail, MSN, Facebook etc, tornaram as pessoas mais próximas e criaram novas comunidades online.

No entanto, alguns podem argumentar que certos tipos de mídia podem dificultar a comunicação pessoal e, portanto, podem resultar em complicações como a fraude de identidade. Numa sociedade largamente consumista, os meios eletrônicos (como a TV) e a mídia impressa (como jornais) são importantes para a distribuição da mídia de propaganda.

As sociedades mais tecnologicamente avançadas têm acesso a bens e serviços através de meios de comunicação mais novos que as sociedades menos avançadas tecnologicamente. A mídia, através dos meios de comunicação e psicologia, ajudou a interligar diversas pessoas de longe e de perto. Também contribuiu para os negócios on-line e outras atividades que têm uma versão on-line.

Todos os meios destinados a afetar o comportamento humano são iniciados através da comunicação e o comportamento esperado tem fundamento na psicologia. Portanto, a compreensão da psicologia dos meios de comunicação e da mídia é fundamental para a compreensão dos efeitos sociais e individuais da mídia. O campo em expansão da psicologia dos meios de comunicação e da mídia combina estas disciplinas estabelecidas de uma forma inovadora. As mudanças no timing baseadas na inovação e na eficiência podem não ter uma correlação direta com a tecnologia.

A revolução da informação é baseada em avanços modernos. Durante o século XIX, o boom da informação surgiu através dos avanços nos sistemas postais, o aumento na acessibilidade aos jornais, assim como da fundação das escolas modernas. Estes avanços foram apenas possíveis porque aumentou o número de pessoas alfabetizadas e educadas.

A metodologia da comunicação, contudo, mudou e dispersou-se em várias direções conforme os motivos do seu impacto sociocultural. O chamado "efeito sociopsicomidiático", cunhado pela mídia e pelo psicólogo Bernard Luskin, aplica-se às implicações socioculturais dos meios de comunicação na sociedade e no comportamento humano.

O que é mídia? - Resposta fornecida por diversos publicitários;

Os participantes de um evento na Associação Brasileira de Anunciantes (ABA) foram surpreendidos com a pergunta O que é Mídia?. A décima edição do Desenrola foi atrás da resposta. Quem esclarece a questão é Leila Mendes Barroso, publicitária responsável por projetos especiais do grupo O Dia e professora de planejamento de mídia da Facha.

O que o mestre do marketing - Philip Kotler - tem a dizer sobre mídia e marcas em períodos de crise? Em entrevista à revista HSM Management, Kotler responde:

Qual seria o papel da mídia digital no sistema de gestão do caos de companhias de todos os tipos? Ela (a mídia) torna mais fácil gerenciar uma situação de crise?

A mídia digital tem dois papéis nessa história. Ela exacerbou a disponibilidade e a velocidade de transmissão de notícias tanto para o bem como para o mal. Para o bem, considere, de um lado, a rapidez com que a gripe suína se alastrou e, de outro, a rapidez com que as informações sobre ela circularam e com que os países tomaram precauções para proteger sua população.

O aspecto nocivo é que as pessoas precisam lidar com a informação com cuidado. É mais fácil do que nunca circular desinformação e rumores que podem ferir ou iludir pessoas e empresas. Vivemos em uma era de muita informação e as empresas devem alocar recursos para detectar e gerenciar os fluxos dela. E, para isso, devem usar a própria mídia em sua função “para o bem”, nesse estado que eu denomino de “alerta vermelho permanente”.

livro vencer no caos

Livro Vencer no Caos, Philip Kotler
Confira a entrevista do autor

As mídias tradicionais – jornais na linha de frente – vêm tendo sua morte anunciada todos os dias. O que o sr. pensa a esse respeito?

Mídias raramente morrem. Elas geralmente encolhem em nichos nos quais podem manter bom desempenho. A televisão não matou o rádio ou o cinema. Os computadores não mataram a televisão. Com relação à crise dos jornais, sei que é difícil manter um jornal funcionando com seu tamanho atual quando a receita de anúncios está se transferindo para a internet –e as pessoas jovens não recorrem aos jornais para obter notícias. Os bons velhos tempos dos jornais se foram de fato. Mas os jornais podem manter público tendo apelo mais especializado e indo para a internet. Não acho que os anunciantes consigam atingir seus objetivos se migrarem totalmente para a nova mídia digital. A maioria das empresas vai ganhar se usar um mix de novas e velhas mídias, cada uma fazendo o que faz melhor e sendo medida.

Qual é o papel das redes sociais para as empresas neste novo mundo caótico?

Redes sociais como Facebook, MySpace, Twitter e outras desafiam nossas práticas de marketing tradicionais. Primeiro, porque as pessoas passam mais tempo conversando com amigos e família em seus computadores e telefones e, consequentemente, menos tempo vendo TV, cujos comerciais costumavam ser a maior fonte de influência publicitária. Hoje a porcentagem de mensagens sobre marcas vindas de fontes comerciais em contraposição a fontes sociais está diminuindo rapidamente.

Então, cabe aos profissionais de marketing fazer duas coisas:

  • Uma é monitorar as conversas para descobrir se sua marca é tema de discussão e, se for, quão favorável ou desfavorável é a conversa. Está cada vez mais difícil para uma empresa hoje oferecer má qualidade e pouco valor sem que o boca a boca espalhe palavras venenosas sobre sua marca. As companhias estão cada vez mais em um aquário e não têm escolha além de produzir boa qualidade em troca de dinheiro.

  • Segundo, as empresas precisam descobrir melhores maneiras de identificar potenciais clientes com a mídia social. Seria maravilhoso se uma empresa como a Wilson pudesse comprar uma lista de todos os membros do Facebook que tivessem o tênis como hobby. Infelizmente o Facebook não vai vender esse tipo de informação, porque isso afastaria seus membros. O mínimo que a empresa pode fazer é inserir e circular informações sobre si mesma em mídias sociais como blogs, podcasts e outras.

O Twitter, que está mostrando rápido crescimento, é particularmente promissor por poder carregar mensagens curtas sobre uma marca para um número enorme de pessoas em seus computadores ou celulares.

É fácil construir marcas fortes em momentos como este? Como o sr. avalia as chances para marcas de países emergentes em especial?

Uma crise econômica é um momento em que os consumidores estão buscando custos mais baixos sem sacrificar a qualidade. Os países emergentes têm a vantagem dos custos mais baixos. A questão é se os produtores locais de marcas fortes em países emergentes podem lançá-las com sucesso em países economicamente avançados. Minha resposta para isso é: sim, ainda mais com a ajuda das mídias sociais de que acabamos de falar.

Estou vendo um fabricante mexicano de produtos de panificação vendendo bem sua marca no Texas e em outros estados do sul dos Estados Unidos. Até porque os Estados Unidos têm vários grupos de imigrantes, que servem de primeiro alvo a ser mirado por uma marca emergente, ao qual se seguirão outros alvos.

Como ficarão as marcas durante os momentos de crise da era do caos?

Uma crise econômica produz um momento de “destruição criadora”. Os fracos afundam. E isso faz sentido porque uma das maiores causas de recessão é o excesso de capacidade. Temos capacidade demais para produzir automóveis, eletrodomésticos, eletrônicos e outros itens e isso derruba os preços. É necessária a racionalização do setor. O que está sendo destruído é o excesso de capacidade e os destruidores são os que se saem melhor em seu setor. Então, na era do caos, a destruição criadora será bem mais frequente e as empresas devem estar preparadas elas mesmas para promovê-la e, ao mesmo tempo, devem investir em novas marcas.

Alerta Vermelho Permanente
Leia a íntegra dessa entrevista com Philip Kotler

Logotipo com desconto

Oferta válida para dezembro de 2014:

Receba seu novo logotipo (ou logomarca) de R$ 480,00 por R$ 384,00

Solicite seu logo

 

 

 

 

Portifólio de logotipos criados

 

A Agência EVEF já criou centenas de logotipos para empresas e profissionais liberais de várias áreas de atuação e regiões do Brasil.

Confira abaixo algumas das criações publicitárias da Agência EVEF para:

Clientes atendidos nas principais cidades do Brasil, entre elas: